Jó 30
Equivalência Dinâmica
NVI
Nova Versão Internacional
2001 · Editora Vida
NTLH
Nova Tradução na Linguagem de Hoje
2000 · Sociedade Bíblica do Brasil
NVT
Nova Versão Transformadora
2016 · Editora Mundo Cristão
Equivalência Formal
ACF
Almeida Corrigida Fiel
1994 · Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil
ARA
Almeida Revista e Atualizada
1993 · Sociedade Bíblica do Brasil
ARC
Almeida Revista e Corrigida
2009 · Sociedade Bíblica do Brasil
AS21
Almeida Século 21
2008 · Editora Vida Nova
JFAA
João Ferreira de Almeida Atualizada
2017 · Sociedade Bíblica do Brasil
KJA
King James Atualizada
2012 · Abba Press
KJF
King James Fiel
2011 · BV Books
NAA
Nova Almeida Atualizada
2017 · Sociedade Bíblica do Brasil
TB
Tradução Brasileira
1917 · Sociedade Bíblica do Brasil
Parafraseada
NBV
Nova Bíblia Viva
2014 · Editora Mundo Cristão
Tradução Brasileira
31 versículos
1Agora, porém, zombam de mim os de menos idade, cujos pais desdenhei de pôr com os cães do meu rebanho.
2Pois de que me aproveitaria a força das mãos deles, homens nos quais já pereceu o vigor?
3De míngua e fome estão emagrecidos; roem o deserto, desde muito em ruínas e desolado.
4Apanham malvas junto aos arbustos, e as raízes da giesta são o seu mantimento.
5São expulsos do meio dos homens, e grita-se atrás deles como atrás dum gatuno.
6Têm que habitar nos desfiladeiros sombrios, nas covas da terra e dos penhascos.
7Zurram entre os arbustos, estendem-se debaixo das urtigas,
8São filhos de insensatos, filhos de gente infame; foram enxotados para fora do país.
9Agora, vim a ser a sua canção e lhes sirvo de provérbio.
10Eles me abominam, ficam longe de mim e não hesitam em me cuspir no rosto.
11Pois Deus afrouxou a sua corda e me afligiu. Eles também expeliram de si o freio diante de mim.
12À minha direita, levanta-se gente vil, empurram os seus pés e contra mim erigem o seu caminho de destruição.
13Estragam a minha vereda e promovem a minha calamidade, uns homens esses a quem ninguém ajudaria.
14Como por uma larga brecha, entram; ao meio das ruínas, precipitam-se.
15Terrores me assediam. A minha honra é levada como pelo vento. Como nuvem passou a minha prosperidade.
16Agora, dentro de mim, se derrama a minha alma; apoderam-se de mim dias de aflição.
17À noite, os ossos se me traspassam e caem, e as dores que me devoram não descansam.
18Pela grande violência do mal, está desfigurado o meu vestido. Ele se cola ao meu corpo como o cabeção da minha túnica.
19Deus lançou-me na lama, e tornei-me como pó e cinza.
20Clamo a ti, e não me respondes; Ponho-me em pé, e olhas para mim.
21Tornas-te cruel para comigo e, com a força da tua mão, me persegues.
22Levantas-me ao vento, fazes-me cavalgar sobre ele; dissolves-me na tempestade.
23Pois sei que me levarás à morte e à casa de reunião estabelecida para todo o vivente.
24Contudo, não estende a mão quem vai cair? Ou, ao ser ele destruído, não dá gritos?
25Porventura, não chorava eu sobre o que estava angustiado? Não se afligia a minha alma pelo necessitado?
26Esperando eu o bem, veio-me o mal; e, esperando a luz, veio a escuridão.
27As minhas entranhas fervem e não descansam; dias de aflição me sobrevieram.
28Denegrido ando, porém não do sol. Levanto-me na assembleia e clamo por socorro.
29Sou irmão dos chacais e companheiro de avestruzes.
30A minha pele enegrece e se me cai, e os meus ossos estão queimados do calor.
31Por isso, se trocou a minha harpa em pranto, e a minha flauta, na voz dos que choram.