Jó 6
Equivalência Dinâmica
NVI
Nova Versão Internacional
2001 · Editora Vida
NTLH
Nova Tradução na Linguagem de Hoje
2000 · Sociedade Bíblica do Brasil
NVT
Nova Versão Transformadora
2016 · Editora Mundo Cristão
Equivalência Formal
ACF
Almeida Corrigida Fiel
1994 · Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil
ARA
Almeida Revista e Atualizada
1993 · Sociedade Bíblica do Brasil
ARC
Almeida Revista e Corrigida
2009 · Sociedade Bíblica do Brasil
AS21
Almeida Século 21
2008 · Editora Vida Nova
JFAA
João Ferreira de Almeida Atualizada
2017 · Sociedade Bíblica do Brasil
KJA
King James Atualizada
2012 · Abba Press
KJF
King James Fiel
2011 · BV Books
NAA
Nova Almeida Atualizada
2017 · Sociedade Bíblica do Brasil
TB
Tradução Brasileira
1917 · Sociedade Bíblica do Brasil
Parafraseada
NBV
Nova Bíblia Viva
2014 · Editora Mundo Cristão
Nova Versão Internacional
30 versículos
1Então Jó respondeu:
2“Se tão somente pudessem pesar a minha aflição e pôr na balança a minha desgraça!
3Veriam que o seu peso é maior que o da areia dos mares. Por isso as minhas palavras são tão impetuosas.
4As flechas do Todo-poderoso estão cravadas em mim, e o meu espírito suga delas o veneno; os terrores de Deus me assediam.
5Zurra o jumento selvagem se tiver capim? Muge o boi se tiver forragem?
6Come-se sem sal uma comida insípida? E a clara do ovo, tem algum sabor?
7Recuso-me a tocar nisso; esse tipo de comida causa-me repugnância.
8“Se tão somente fosse atendido o meu pedido, se Deus me concedesse o meu desejo,
9se Deus se dispusesse a esmagar-me, a soltar a mão protetora e eliminar-me!
10Pois eu ainda teria o consolo, minha alegria em meio à dor implacável, de não ter negado as palavras do Santo.
11“Que esperança posso ter, se já não tenho forças? Como posso ter paciência, se não tenho futuro?
12Acaso tenho a força da pedra? Acaso a minha carne é de bronze?
13Haverá poder que me ajude agora que os meus recursos se foram?
14“Um homem desesperado deve receber a compaixão de seus amigos, muito embora ele tenha abandonado o temor do Todo-poderoso.
15Mas os meus irmãos enganaram-me como riachos temporários, como os riachos que transbordam
16quando o degelo os torna turvos e a neve que se derrete os faz encher,
17mas que param de fluir no tempo da seca e no calor desaparecem dos seus leitos.
18As caravanas se desviam de suas rotas; sobem para lugares desertos e perecem.
19Procuram água as caravanas de Temá, olham esperançosos os mercadores de Sabá.
20Ficam tristes, porque estavam confiantes; lá chegaram tão somente para sofrer decepção.
21Pois agora vocês de nada me valeram; contemplam minha temível situação e se enchem de medo.
22Alguma vez pedi a vocês que me dessem alguma coisa? Ou que da sua riqueza pagassem resgate por mim?
23Ou que me livrassem das mãos do inimigo? Ou que me libertassem das garras de quem me oprime?
24“Ensinem-me, e eu me calarei; mostrem-me onde errei.
25Como doem as palavras verdadeiras! Mas o que provam os argumentos de vocês?
26Vocês pretendem corrigir o que digo e tratar como vento as palavras de um homem desesperado?
27Vocês seriam capazes de pôr em sorteio o órfão e de vender um amigo por uma bagatela!
28“Mas agora, tenham a bondade de olhar para mim. Será que eu mentiria na frente de vocês?
29Reconsiderem a questão, não sejam injustos; tornem a analisá-la, pois a minha integridade está em jogo.
30Há alguma iniquidade em meus lábios? Será que a minha boca não consegue discernir a maldade?