Jó 24
Equivalência Dinâmica
NVI
Nova Versão Internacional
2001 · Editora Vida
NTLH
Nova Tradução na Linguagem de Hoje
2000 · Sociedade Bíblica do Brasil
NVT
Nova Versão Transformadora
2016 · Editora Mundo Cristão
Equivalência Formal
ACF
Almeida Corrigida Fiel
1994 · Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil
ARA
Almeida Revista e Atualizada
1993 · Sociedade Bíblica do Brasil
ARC
Almeida Revista e Corrigida
2009 · Sociedade Bíblica do Brasil
AS21
Almeida Século 21
2008 · Editora Vida Nova
JFAA
João Ferreira de Almeida Atualizada
2017 · Sociedade Bíblica do Brasil
KJA
King James Atualizada
2012 · Abba Press
KJF
King James Fiel
2011 · BV Books
NAA
Nova Almeida Atualizada
2017 · Sociedade Bíblica do Brasil
TB
Tradução Brasileira
1917 · Sociedade Bíblica do Brasil
Parafraseada
NBV
Nova Bíblia Viva
2014 · Editora Mundo Cristão
Nova Versão Internacional
25 versículos
1“Por que o Todo-poderoso não marca as datas de julgamento? Por que aqueles que o conhecem não chegam a vê-las?
2Há os que mudam os marcos dos limites e apascentam rebanhos que eles roubaram.
3Levam o jumento que pertence ao órfão e tomam o boi da viúva como penhor.
4Forçam os necessitados a sair do caminho e os pobres da terra a esconder-se.
5Como jumentos selvagens no deserto, os pobres vão em busca de comida; da terra deserta a obtêm para os seus filhos.
6Juntam forragem nos campos e respigam nas vinhas dos ímpios.
7Pela falta de roupas, passam a noite nus; não têm com que cobrir-se no frio.
8Encharcados pelas chuvas das montanhas, abraçam-se às rochas por falta de abrigo.
9A criança órfã é arrancada do seio de sua mãe; o recém-nascido do pobre é tomado para pagar uma dívida.
10Por falta de roupas, andam nus; carregam os feixes, mas continuam famintos.
11Espremem azeitonas dentro dos seus muros ; pisam uvas nos lagares, mas assim mesmo sofrem sede.
12Sobem da cidade os gemidos dos que estão para morrer, e as almas dos feridos clamam por socorro. Mas Deus não vê mal nisso.
13“Há os que se revoltam contra a luz, não conhecem os caminhos dela e não permanecem em suas veredas.
14De manhã o assassino se levanta e mata os pobres e os necessitados; de noite age como ladrão.
15Os olhos do adúltero ficam à espera do crepúsculo; ‘Nenhum olho me verá’, pensa ele; e mantém oculto o rosto.
16No escuro os homens invadem casas, mas de dia se enclausuram; não querem saber da luz.
17Para eles a manhã é tremenda escuridão; eles são amigos dos pavores das trevas.
18“São, porém, como espuma sobre as águas; sua parte da terra foi amaldiçoada, e por isso ninguém vai às vinhas.
19Assim como o calor e a seca depressa consomem a neve derretida, assim a sepultura consome os que pecaram.
20Sua mãe os esquece, os vermes se banqueteiam neles. Ninguém se lembra dos maus; quebram-se como árvores.
21Devoram a estéril e sem filhos e não mostram bondade para com a viúva.
22Mas Deus, por seu poder, os arranca; embora firmemente estabelecidos, a vida deles não tem segurança.
23Ele poderá deixá-los descansar, sentindo-se seguros, mas atento os vigia nos caminhos que seguem.
24Por um breve instante são exaltados e depois se vão, colhidos como todos os demais, ceifados como espigas de cereal.
25“Se não é assim, quem poderá provar que minto e reduzir a nada as minhas palavras?”