Salmos 104
Equivalência Dinâmica
NVI
Nova Versão Internacional
2001 · Editora Vida
NTLH
Nova Tradução na Linguagem de Hoje
2000 · Sociedade Bíblica do Brasil
NVT
Nova Versão Transformadora
2016 · Editora Mundo Cristão
Equivalência Formal
ACF
Almeida Corrigida Fiel
1994 · Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil
ARA
Almeida Revista e Atualizada
1993 · Sociedade Bíblica do Brasil
ARC
Almeida Revista e Corrigida
2009 · Sociedade Bíblica do Brasil
AS21
Almeida Século 21
2008 · Editora Vida Nova
JFAA
João Ferreira de Almeida Atualizada
2017 · Sociedade Bíblica do Brasil
KJA
King James Atualizada
2012 · Abba Press
KJF
King James Fiel
2011 · BV Books
NAA
Nova Almeida Atualizada
2017 · Sociedade Bíblica do Brasil
TB
Tradução Brasileira
1917 · Sociedade Bíblica do Brasil
Parafraseada
NBV
Nova Bíblia Viva
2014 · Editora Mundo Cristão
King James Atualizada
35 versículos
1Bendize, ó minha alma, o Eterno: “SENHOR, meu Deus, Tu és deveras grandioso! Estás vestido de majestade e magnificência!”
2Vestido de esplendorosa luz, como num manto, Ele estende os céus como uma tenda,
3e deposita sobre as águas dos céus as vigas dos seus aposentos. Faz das nuvens a sua carruagem, e cavalga nas asas do vento.
4Dos ventos faz seus mensageiros, e de seus ministros, labaredas de fogo.
5Criaste a terra, assentando-a sobre base firme, para que seja para sempre indestrutível!
6Como se estendesses sobre ela um manto, assim a cobriste com os oceanos; as águas cobriam as montanhas.
7Diante da tua repreensão, as muitas águas começaram a refluir, puseram-se em fuga ao ribombar dos teus trovões;
8subiram pelos montes e escorreram pelos vales, para os lugares que tu mesmo lhes designaste.
9Estabeleceste um limite que não podem ultrapassar; nunca mais voltarão a cobrir a terra.
10É Ele quem faz jorrar as fontes nos vales; elas correm por entre os montes;
11delas bebem todos os animais selvagens, e os jumentos selvagens saciam sua sede.
12As aves do céu fazem ninho junto às águas e, entre os galhos, põem-se a cantar.
13É Ele quem, dos seus altos patamares, rega as montanhas, e a terra se sacia do fruto de suas obras;
14faz brotar a erva para o gado, as plantas que o homem cultiva, tirando da terra o alimento,
15o vinho que alegra o coração, o óleo que dá brilho às faces e o pão que sustenta o vigor dos seres humanos.
16As árvores do SENHOR saciam-se e os cedros do Líbano que Ele plantou,
17nos quais os pássaros fazem seu ninho, em cujos cimos a cegonha tem pousada.
18As altas montanhas pertencem às cabras montesas, os penhascos dão abrigo aos roedores de várias espécies.
19Foi Ele quem fez a lua para marcar as estações, e o sol conhece seu ocaso.
20Quando desdobras as trevas, faz-se noite, na qual rondam as feras da selva.
21Os leões rugem por alguma presa, buscando de Deus seu alimento;
22mas ao nascer do sol recolhem-se e vão se deitar nos covis.
23O homem sai para seu trabalho, para o seu labor até o pôr-do-sol.
24Quão numerosas são as tuas obras, ó SENHOR! Fizeste-as todas com perfeita sabedoria. A terra está repleta de tuas criaturas.
25Eis o mar, vasto e profundo. Nele vivem inúmeras criaturas, seres vivos, minúsculos e enormes!
26Por ele singram os navios e também o Leviatã que criaste, para com ele se divertir.
27Todos esperam em ti que lhes dês alimento no devido tempo.
28Tu lhes dás, e eles o recolhem; abres a mão, e eles se fartam de bens.
29Escondes a tua face, e eles se perturbam; se retiras o seu alento, perecem e voltam a seu pó.
30Quando envias o teu fôlego, eles são criados, e renovas a face da terra.
31Perdure para sempre a glória do SENHOR! Alegre-se o SENHOR em suas realizações maravilhosas!
32Ele olha para a terra, e ela treme; Ele toca as montanhas, e elas fumegam.
33Enquanto eu viver, cantarei ao SENHOR; entoarei louvores ao meu Deus, enquanto eu existir.
34Que as minhas meditações lhes sejam agradáveis, pois no SENHOR depositarei toda a minha satisfação!
35Que os pecadores desapareçam da terra, e os ímpios sejam extinguidos! Bendize, ó minha alma, ao SENHOR. Louvado seja o Eterno! Aleluia!