Jó 4
Equivalência Dinâmica
NVI
Nova Versão Internacional
2001 · Editora Vida
NTLH
Nova Tradução na Linguagem de Hoje
2000 · Sociedade Bíblica do Brasil
NVT
Nova Versão Transformadora
2016 · Editora Mundo Cristão
Equivalência Formal
ACF
Almeida Corrigida Fiel
1994 · Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil
ARA
Almeida Revista e Atualizada
1993 · Sociedade Bíblica do Brasil
ARC
Almeida Revista e Corrigida
2009 · Sociedade Bíblica do Brasil
AS21
Almeida Século 21
2008 · Editora Vida Nova
JFAA
João Ferreira de Almeida Atualizada
2017 · Sociedade Bíblica do Brasil
KJA
King James Atualizada
2012 · Abba Press
KJF
King James Fiel
2011 · BV Books
NAA
Nova Almeida Atualizada
2017 · Sociedade Bíblica do Brasil
TB
Tradução Brasileira
1917 · Sociedade Bíblica do Brasil
Parafraseada
NBV
Nova Bíblia Viva
2014 · Editora Mundo Cristão
Tradução Brasileira
21 versículos
1Então, respondeu Elifaz, temanita:
2Se alguém intentar falar-te, enfadar-te-ás? Mas quem poderá conter as palavras?
3Eis que tens ensinado a muitos e tens fortalecido as mãos fracas.
4As tuas palavras têm sustentado aos que estavam caindo, e tens fortalecido os joelhos trêmulos.
5Porém, agora, que se trata de ti, te enfadas; agora, que és atingido, te perturbas.
6O teu temor de Deus não é a tua confiança, e a tua esperança, a integridade dos teus caminhos?
7Lembra-te, pois, quem, sendo inocente, jamais pereceu? E onde foram os retos exterminados?
8Conforme tenho visto, os que cultivam iniquidade e semeiam aflição as segam.
9Pelo assopro de Deus, perecem e, pela rajada da sua ira, são consumidos.
10O rugido do leão, e a voz do leão feroz, e os dentes dos leões novos são quebrados.
11O leão velho perece por falta de presa, e os cachorros da leoa são espalhados.
12Mas a mim se me disse uma palavra em segredo, e os meus ouvidos perceberam um sussurro dela.
13No meio dos pensamentos que nascem das visões noturnas, quando profundo sono cai sobre os homens,
14sobrevieram-me medo e tremor, que fizeram estremecer todos os meus ossos.
15Então, passou um sopro sobre o meu rosto; arrepiaram-se os cabelos da minha carne.
16Alguém, cuja aparência eu não podia discernir, parou; um vulto estava diante dos meus olhos. Houve silêncio, e ouvi uma voz:
17Pode o mortal ser justo diante de Deus? Pode o varão ser puro diante do seu Criador?
18Eis que Deus não confia nos seus servos e aos seus anjos atribui loucura.
19Quanto mais aos que moram em casas de lodo, que têm o seu fundamento no pó, e que são machucados como a traça!
20Nascem de manhã e, à tarde, são destruídos. Perecem para sempre, sem que disso se faça caso.
21Se dentro deles é arrancada a corda da tenda, morrem e não atingem a sabedoria.