Jó 7
Equivalência Dinâmica
NVI
Nova Versão Internacional
2001 · Editora Vida
NTLH
Nova Tradução na Linguagem de Hoje
2000 · Sociedade Bíblica do Brasil
NVT
Nova Versão Transformadora
2016 · Editora Mundo Cristão
Equivalência Formal
ACF
Almeida Corrigida Fiel
1994 · Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil
ARA
Almeida Revista e Atualizada
1993 · Sociedade Bíblica do Brasil
ARC
Almeida Revista e Corrigida
2009 · Sociedade Bíblica do Brasil
AS21
Almeida Século 21
2008 · Editora Vida Nova
JFAA
João Ferreira de Almeida Atualizada
2017 · Sociedade Bíblica do Brasil
KJA
King James Atualizada
2012 · Abba Press
KJF
King James Fiel
2011 · BV Books
NAA
Nova Almeida Atualizada
2017 · Sociedade Bíblica do Brasil
TB
Tradução Brasileira
1917 · Sociedade Bíblica do Brasil
Parafraseada
NBV
Nova Bíblia Viva
2014 · Editora Mundo Cristão
Nova Tradução na Linguagem de Hoje
21 versículos
1“A vida neste mundo é dura como o serviço militar; todos têm de trabalhar pesado,
2como o escravo que suspira pela sombra, como o trabalhador que espera o seu salário.
3Mês após mês só tenho tido desilusões, e as minhas noites têm sido cheias de aflição.
4Essas noites são compridas; eu me canso de me virar na cama até de madrugada e fico perguntando: “Será que já é hora de levantar?”
5O meu corpo está coberto de bichos e de cascas de feridas; a minha pele racha, e dela escorre pus.
6Os meus dias passam mais depressa do que a lançadeira do tecelão e vão embora sem deixar esperança.
7Lembra, ó Deus, que a minha vida é apenas um sopro; os meus olhos nunca mais verão a felicidade.
8Tu me vês agora, porém não me verás mais; olharás para mim, mas eu já terei desaparecido.
9“Como a nuvem que passa e some, assim aquele que desce ao mundo dos mortos nunca mais volta;
10ele não volta para casa; ninguém lembra mais dele.
11Por isso, não posso ficar calado. Estou aflito, tenho de falar, preciso me queixar, pois o meu coração está cheio de amargura.
12Será que eu sou o Mar ou algum outro monstro do mar para que fiques aí me vigiando?
13Quando penso que na cama encontrarei descanso e que o sono aliviará a minha dor,
14então me espantas com sonhos e com pesadelos me enches de medo.
15Eu prefiro ser estrangulado; é melhor morrer do que viver neste meu corpo.
16Detesto a vida; não quero mais viver. Deixa-me em paz, pois a minha vida não vale nada.
17“O que somos nós, para que nos dês tanta importância e te preocupes com a gente?
18Por que nos vigias todos os dias e a todo instante nos fazes passar por provas?
19Quando deixarás de olhar para mim, a fim de que eu tenha um momento de sossego?
20Se pequei, que mal fiz a ti, ó vigia das pessoas? Por que fizeste de mim o alvo das tuas flechas? Por acaso, sou uma carga tão pesada assim?
21Por que não perdoas o meu pecado e não apagas a minha maldade? Logo estarei na sepultura; tu me procurarás, mas eu não existirei mais.”