Jó 36
Equivalência Dinâmica
NVI
Nova Versão Internacional
2001 · Editora Vida
NTLH
Nova Tradução na Linguagem de Hoje
2000 · Sociedade Bíblica do Brasil
NVT
Nova Versão Transformadora
2016 · Editora Mundo Cristão
Equivalência Formal
ACF
Almeida Corrigida Fiel
1994 · Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil
ARA
Almeida Revista e Atualizada
1993 · Sociedade Bíblica do Brasil
ARC
Almeida Revista e Corrigida
2009 · Sociedade Bíblica do Brasil
AS21
Almeida Século 21
2008 · Editora Vida Nova
JFAA
João Ferreira de Almeida Atualizada
2017 · Sociedade Bíblica do Brasil
KJA
King James Atualizada
2012 · Abba Press
KJF
King James Fiel
2011 · BV Books
NAA
Nova Almeida Atualizada
2017 · Sociedade Bíblica do Brasil
TB
Tradução Brasileira
1917 · Sociedade Bíblica do Brasil
Parafraseada
NBV
Nova Bíblia Viva
2014 · Editora Mundo Cristão
King James Atualizada
33 versículos
1Prosseguiu Eliú exclamando:
2“Rogo-te que sejais ainda um pouco mais paciente comigo, e lhe demonstrarei que é possível destacar outras tantas verdades em defesa das atitudes de Deus!
3De longe vem a minha sabedoria; eis que ao meu Criador atribuirei a justiça.
4Pois, na verdade, as minhas palavras não serão falsas; diante de ti está alguém com conhecimento e a mente sã.
5Deus é muito poderoso, e mesmo assim não despreza nenhum dos seres humanos; ele é poderoso e firme no cumprimento dos propósitos do seu coração.
6Não preserva a vida do ímpio, mas retribui com justiça aos que sofrem.
7Não desvia seu olhar dos justos; muito diferente disso, conduz os justos aos tronos e os proclama reis a fim de que sejam exaltados para sempre.
8Se estão presos a grilhões e fortemente amarrados às cordas da tortura,
9então ele lhes revelará tudo quanto fizeram de errado, e o quanto pecaram com arrogância.
10Ele os fará ouvir a correção e lhes ordenará que se arrependam do mal que praticaram.
11Se o obedecerem e o servirem, serão prósperos até o fim dos seus dias e se regozijarão durante todos os anos a eles reservados.
12Contudo, se não derem ouvidos a Deus, serão feridos pela espada e morrerão em completa ignorância.
13Assim os ímpios de coração acumulam ressentimentos; mesmo quando Deus os agrilhoa e repreendem, eles não clamam por livramento.
14Eles morrem jovens, e a sua vida se encerra na companhia dos prostitutos dos santuários pagãos.
15Entretanto, aos que padecem, ele os livra por meio das provações e das angústias, e em sua aflição ele lhes abre os ouvidos.
16Assim também ele quer te conduzir do meio da opressão para um lugar amplo, tranquilo e livre, para a fartura da tua mesa cheia de gordura.
17Mas agora, acumulaste sobre ti mesmo todo o juízo que cabe aos ímpios; a justiça e o castigo de Deus estão sobre a tua cabeça.
18Cuida para que a tua raiva não te faça irônico, e que ninguém te seduza com riquezas; não te deixes desviar por suborno, por maior que este seja.
19Poderia a tua riqueza, ou mesmo teus mais brilhantes esforços proporcionarem a ti algum apoio real e alívio da aflição?
20Não anseies pela noite, quando os povos são tirados dos seus lares.
21Guarda-te e não retornes à iniquidade; dai preferência ao sofrimento em vez da maldade.
22Deus é excelso e maravilhoso em seu poder; quem é mestre como ele?
23Quem lhe prescreveu os caminhos em que deve andar? Ou quem ousará lhe dizer: ‘Cometeste uma injustiça!’
24Lembra-te sempre de exaltar as obras de Deus, às quais os homens dedicam cânticos de louvor.
25Toda a humanidade as vê; de lugares distantes os homens as contemplam.
26Eis que Deus é grandioso, e não o conseguiremos compreender; nem mesmo podemos calcular os anos da sua existência.
27Ele atrai as gotas de água, e do seu vapor as destila em forma de chuvas;
28as nuvens as despejam em aguaceiros sobre todos os seres humanos.
29Quem pode compreender como Deus estende as suas nuvens, como ele faz trovejar desde o seu pavilhão celeste?
30Observa como ele espalha os seus relâmpagos ao redor, iluminando até as profundezas do mar.
31É assim que Deus governa todas as nações da terra e lhes propicia abundância de alimentos.
32Ele enche as mãos de relâmpagos e lhes determina o alvo que deveram atingir.
33O fragor da tempestade e seus trovões nos advertem sobre sua presença; até os animais pressentem a sua aproximação.