Jó 33
Equivalência Dinâmica
NVI
Nova Versão Internacional
2001 · Editora Vida
NTLH
Nova Tradução na Linguagem de Hoje
2000 · Sociedade Bíblica do Brasil
NVT
Nova Versão Transformadora
2016 · Editora Mundo Cristão
Equivalência Formal
ACF
Almeida Corrigida Fiel
1994 · Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil
ARA
Almeida Revista e Atualizada
1993 · Sociedade Bíblica do Brasil
ARC
Almeida Revista e Corrigida
2009 · Sociedade Bíblica do Brasil
AS21
Almeida Século 21
2008 · Editora Vida Nova
JFAA
João Ferreira de Almeida Atualizada
2017 · Sociedade Bíblica do Brasil
KJA
King James Atualizada
2012 · Abba Press
KJF
King James Fiel
2011 · BV Books
NAA
Nova Almeida Atualizada
2017 · Sociedade Bíblica do Brasil
TB
Tradução Brasileira
1917 · Sociedade Bíblica do Brasil
Parafraseada
NBV
Nova Bíblia Viva
2014 · Editora Mundo Cristão
João Ferreira de Almeida Atualizada
33 versículos
1Ouve, pois, as minhas palavras, ó Jó, e dá ouvidos a todas as minhas declaraçoes.
2Eis que já abri a minha boca; já falou a minha língua debaixo do meu paladar.
3As minhas palavras declaram a integridade do meu coração, e os meus lábios falam com sinceridade o que sabem.
4O Espírito de Deus me fez, e o sopro do Todo-Poderoso me dá vida.
5Se podes, responde-me; põe as tuas palavras em ordem diante de mim; apresenta-te.
6Eis que diante de Deus sou o que tu és; eu também fui formado do barro.
7Eis que não te perturbará nenhum medo de mim, nem será pesada sobre ti a minha mão.
8Na verdade tu falaste aos meus ouvidos, e eu ouvi a voz das tuas palavras. Dizias:
9Limpo estou, sem transgressão; puro sou, e não há em mim iniqüidade.
10Eis que Deus procura motivos de inimizade contra mim, e me considera como o seu inimigo.
11Põe no tronco os meus pés, e observa todas as minhas veredas.
12Eis que nisso não tens razão; eu te responderei; porque Deus e maior do que o homem.
13Por que razão contendes com ele por não dar conta dos seus atos?
14Pois Deus fala de um modo, e ainda de outro se o homem não lhe atende.
15Em sonho ou em visão de noite, quando cai sono profundo sobre os homens, quando adormecem na cama;
16então abre os ouvidos dos homens, e os atemoriza com avisos,
17para apartar o homem do seu desígnio, e esconder do homem a soberba;
18para reter a sua alma da cova, e a sua vida de passar pela espada.
19Também é castigado na sua cama com dores, e com incessante contenda nos seus ossos;
20de modo que a sua vida abomina o pão, e a sua alma a comida apetecível.
21Consome-se a sua carne, de maneira que desaparece, e os seus ossos, que não se viam, agora aparecem.
22A sua alma se vai chegando à cova, e a sua vida aos que trazem a morte.
23Se com ele, pois, houver um anjo, um intérprete, um entre mil, para declarar ao homem o que lhe é justo,
24então terá compaixão dele, e lhe dirá: Livra-o, para que não desça à cova; já achei resgate.
25Sua carne se reverdecerá mais do que na sua infância; e ele tornará aos dias da sua juventude.
26Deveras orará a Deus, que lhe será propício, e o fará ver a sua face com júbilo, e restituirá ao homem a sua justiça.
27Cantará diante dos homens, e dirá: Pequei, e perverti o direito, o que de nada me aproveitou.
28Mas Deus livrou a minha alma de ir para a cova, e a minha vida verá a luz.
29Eis que tudo isto Deus faz duas e três vezes para com o homem,
30para reconduzir a sua alma da cova, a fim de que seja iluminado com a luz dos viventes.
31Escuta, pois, ó Jó, ouve-me; cala-te, e eu falarei.
32Se tens alguma coisa que dizer, responde-me; fala, porque desejo justificar-te.
33Se não, escuta-me tu; cala-te, e ensinar-te-ei a sabedoria.