Jó 14
Equivalência Dinâmica
NVI
Nova Versão Internacional
2001 · Editora Vida
NTLH
Nova Tradução na Linguagem de Hoje
2000 · Sociedade Bíblica do Brasil
NVT
Nova Versão Transformadora
2016 · Editora Mundo Cristão
Equivalência Formal
ACF
Almeida Corrigida Fiel
1994 · Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil
ARA
Almeida Revista e Atualizada
1993 · Sociedade Bíblica do Brasil
ARC
Almeida Revista e Corrigida
2009 · Sociedade Bíblica do Brasil
AS21
Almeida Século 21
2008 · Editora Vida Nova
JFAA
João Ferreira de Almeida Atualizada
2017 · Sociedade Bíblica do Brasil
KJA
King James Atualizada
2012 · Abba Press
KJF
King James Fiel
2011 · BV Books
NAA
Nova Almeida Atualizada
2017 · Sociedade Bíblica do Brasil
TB
Tradução Brasileira
1917 · Sociedade Bíblica do Brasil
Parafraseada
NBV
Nova Bíblia Viva
2014 · Editora Mundo Cristão
Almeida Revista e Corrigida
22 versículos
1O homem, nascido da mulher, é de bem poucos dias e cheio de inquietação.
2Sai como a flor e se seca; foge também como a sombra e não permanece.
3E sobre este tal abres os teus olhos, e a mim me fazes entrar em juízo contigo.
4(Quem do imundo tirará o puro? Ninguém!)
5Visto que os seus dias estão determinados, contigo está o número dos seus meses; e tu lhe puseste limites, e não passará além deles.
6Desvia-te dele, para que tenha repouso, até que, como o jornaleiro, tenha contentamento no seu dia.
7Porque há esperança para a árvore, que, se for cortada, ainda se renovará, e não cessarão os seus renovos.
8Se envelhecer na terra a sua raiz, e morrer o seu tronco no pó,
9ao cheiro das águas, brotará e dará ramos como a planta.
10Mas, morto o homem, é consumido; sim, rendendo o homem o espírito, então, onde está?
11Como as águas se retiram do mar, e o rio se esgota e fica seco,
12assim o homem se deita e não se levanta; até que não haja mais céus, não acordará, nem se erguerá de seu sono.
13Tomara que me escondesses na sepultura, e me ocultasses até que a tua ira se desviasse, e me pusesses um limite, e te lembrasses de mim!
14Morrendo o homem, porventura, tornará a viver? Todos os dias de meu combate esperaria, até que viesse a minha mudança.
15Chamar-me-ias, e eu te responderia; afeiçoa-te à obra de tuas mãos.
16Mas agora contas os meus passos; não estás tu vigilante sobre o meu pecado?
17A minha transgressão está selada num saco, e amontoas as minhas iniquidades.
18E, na verdade, caindo a montanha, desfaz-se; e a rocha se remove do seu lugar.
19As águas gastam as pedras; as cheias afogam o pó da terra; e tu fazes perecer a esperança do homem.
20Tu para sempre prevaleces contra ele, e ele passa; tu, mudando o seu rosto, o despedes.
21Os seus filhos estão em honra, sem que ele o saiba; ou ficam minguados, sem que ele o perceba;
22mas a sua carne, nele, tem dores; e a sua alma, nele, lamenta.