Jó 21
Equivalência Dinâmica
NVI
Nova Versão Internacional
2001 · Editora Vida
NTLH
Nova Tradução na Linguagem de Hoje
2000 · Sociedade Bíblica do Brasil
NVT
Nova Versão Transformadora
2016 · Editora Mundo Cristão
Equivalência Formal
ACF
Almeida Corrigida Fiel
1994 · Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil
ARA
Almeida Revista e Atualizada
1993 · Sociedade Bíblica do Brasil
ARC
Almeida Revista e Corrigida
2009 · Sociedade Bíblica do Brasil
AS21
Almeida Século 21
2008 · Editora Vida Nova
JFAA
João Ferreira de Almeida Atualizada
2017 · Sociedade Bíblica do Brasil
KJA
King James Atualizada
2012 · Abba Press
KJF
King James Fiel
2011 · BV Books
NAA
Nova Almeida Atualizada
2017 · Sociedade Bíblica do Brasil
TB
Tradução Brasileira
1917 · Sociedade Bíblica do Brasil
Parafraseada
NBV
Nova Bíblia Viva
2014 · Editora Mundo Cristão
Almeida Revista e Atualizada
34 versículos
1Respondeu, porém, Jó:
2Ouvi atentamente as minhas razões, e já isso me será a vossa consolação.
3Tolerai-me, e eu falarei; e, havendo eu falado, podereis zombar.
4Acaso, é do homem que eu me queixo? Não tenho motivo de me impacientar?
5Olhai para mim e pasmai; e ponde a mão sobre a boca;
6porque só de pensar nisso me perturbo, e um calafrio se apodera de toda a minha carne.
7Como é, pois, que vivem os perversos, envelhecem e ainda se tornam mais poderosos?
8Seus filhos se estabelecem na sua presença; e os seus descendentes, ante seus olhos.
9As suas casas têm paz, sem temor, e a vara de Deus não os fustiga.
10O seu touro gera e não falha, suas novilhas têm a cria e não abortam.
11Deixam correr suas crianças, como a um rebanho, e seus filhos saltam de alegria;
12cantam com tamboril e harpa e alegram-se ao som da flauta.
13Passam eles os seus dias em prosperidade e em paz descem à sepultura.
14E são estes os que disseram a Deus: Retira-te de nós! Não desejamos conhecer os teus caminhos.
15Que é o Todo-Poderoso, para que nós o sirvamos? E que nos aproveitará que lhe façamos orações?
16Vede, porém, que não provém deles a sua prosperidade; longe de mim o conselho dos perversos!
17Quantas vezes sucede que se apaga a lâmpada dos perversos? Quantas vezes lhes sobrevém a destruição? Quantas vezes Deus na sua ira lhes reparte dores?
18Quantas vezes são como a palha diante do vento e como a pragana arrebatada pelo remoinho?
19Deus, dizeis vós, guarda a iniquidade do perverso para seus filhos. Mas é a ele que deveria Deus dar o pago, para que o sinta.
20Seus próprios olhos devem ver a sua ruína, e ele, beber do furor do Todo-Poderoso.
21Porque depois de morto, cortado já o número dos seus meses, que interessa a ele a sua casa?
22Acaso, alguém ensinará ciência a Deus, a ele que julga os que estão nos céus?
23Um morre em pleno vigor, despreocupado e tranquilo,
24com seus baldes cheios de leite e fresca a medula dos seus ossos.
25Outro, ao contrário, morre na amargura do seu coração, não havendo provado do bem.
26Juntamente jazem no pó, onde os vermes os cobrem.
27Vede que conheço os vossos pensamentos e os injustos desígnios com que me tratais.
28Porque direis: Onde está a casa do príncipe, e onde, a tenda em que morava o perverso?
29Porventura, não tendes interrogado os que viajam? E não considerastes as suas declarações,
30que o mau é poupado no dia da calamidade, é socorrido no dia do furor?
31Quem lhe lançará em rosto o seu proceder? Quem lhe dará o pago do que faz?
32Finalmente, é levado à sepultura, e sobre o seu túmulo se faz vigilância.
33Os torrões do vale lhe são leves, todos os homens o seguem, assim como não têm número os que foram adiante dele.
34Como, pois, me consolais em vão? Das vossas respostas só resta falsidade.