Provérbios 23
Equivalência Dinâmica
NVI
Nova Versão Internacional
2001 · Editora Vida
NTLH
Nova Tradução na Linguagem de Hoje
2000 · Sociedade Bíblica do Brasil
NVT
Nova Versão Transformadora
2016 · Editora Mundo Cristão
Equivalência Formal
ACF
Almeida Corrigida Fiel
1994 · Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil
ARA
Almeida Revista e Atualizada
1993 · Sociedade Bíblica do Brasil
ARC
Almeida Revista e Corrigida
2009 · Sociedade Bíblica do Brasil
AS21
Almeida Século 21
2008 · Editora Vida Nova
JFAA
João Ferreira de Almeida Atualizada
2017 · Sociedade Bíblica do Brasil
KJA
King James Atualizada
2012 · Abba Press
KJF
King James Fiel
2011 · BV Books
NAA
Nova Almeida Atualizada
2017 · Sociedade Bíblica do Brasil
TB
Tradução Brasileira
1917 · Sociedade Bíblica do Brasil
Parafraseada
NBV
Nova Bíblia Viva
2014 · Editora Mundo Cristão
Almeida Revista e Corrigida
35 versículos
1Quando te assentares a comer com um governador, atenta bem para o que se te pôs diante;
2e põe uma faca à tua garganta, se és homem glutão.
3Não cobices os seus manjares gostosos, porque são pão de mentiras.
4Não te canses para enriqueceres; dá de mão à tua própria sabedoria.
5Porventura, fitarás os olhos naquilo que não é nada? Porque, certamente, isso se fará asas e voará ao céu como a águia.
6Não comas o pão daquele que tem os olhos malignos, nem cobices os seus manjares gostosos.
7Porque, como imaginou na sua alma, assim é; ele te dirá: Come e bebe; mas o seu coração não estará contigo.
8Vomitarias o bocado que comeste e perderias as tuas suaves palavras.
9Não fales aos ouvidos do tolo, porque desprezará a sabedoria das tuas palavras.
10Não removas os limites antigos, nem entres nas herdades dos órfãos,
11porque o seu Redentor é forte; ele pleiteará a sua causa contra ti.
12Aplica à disciplina o teu coração e os teus ouvidos, às palavras do conhecimento.
13Não retires a disciplina da criança, porque, fustigando-a com a vara, nem por isso morrerá.
14Tu a fustigarás com a vara e livrarás a sua alma do inferno.
15Filho meu, se o teu coração for sábio, alegrar-se-á o meu coração, sim, o meu próprio.
16E exultará o meu íntimo, quando os teus lábios falarem coisas retas.
17Não tenha o teu coração inveja dos pecadores; antes, sê no temor do SENHOR todo o dia.
18Porque deveras há um fim bom; não será malograda a tua esperança.
19Ouve tu, filho meu, e sê sábio e dirige no caminho o teu coração.
20Não estejas entre os beberrões de vinho, nem entre os comilões de carne.
21Porque o beberrão e o comilão cairão em pobreza; e a sonolência faz trazer as vestes rotas.
22Ouve a teu pai, que te gerou, e não desprezes a tua mãe, quando vier a envelhecer.
23Compra a verdade e não a vendas; sim, a sabedoria, e a disciplina, e a prudência.
24Grandemente se regozijará o pai do justo, e o que gerar a um sábio se alegrará nele.
25Alegrem-se teu pai e tua mãe, e regozije-se a que te gerou.
26Dá-me, filho meu, o teu coração, e os teus olhos observem os meus caminhos.
27Porque cova profunda é a prostituta, e poço estreito, a estranha.
28Também ela, como um salteador, se põe a espreitar e multiplica entre os homens os iníquos.
29Para quem são os ais? Para quem, os pesares? Para quem, as pelejas? Para quem, as queixas? Para quem, as feridas sem causa? E para quem, os olhos vermelhos?
30Para os que se demoram perto do vinho, para os que andam buscando bebida misturada.
31Não olhes para o vinho, quando se mostra vermelho, quando resplandece no copo e se escoa suavemente.
32No seu fim, morderá como a cobra e, como o basilisco, picará.
33Os teus olhos olharão para as mulheres estranhas, e o teu coração falará perversidades.
34E serás como o que dorme no meio do mar e como o que dorme no topo do mastro
35e dirás: Espancaram-me, e não me doeu; bateram-me, e não o senti; quando virei a despertar? Ainda tornarei a buscá-la outra vez.