Lucas 23
Equivalência Dinâmica
NVI
Nova Versão Internacional
2001 · Editora Vida
NTLH
Nova Tradução na Linguagem de Hoje
2000 · Sociedade Bíblica do Brasil
NVT
Nova Versão Transformadora
2016 · Editora Mundo Cristão
Equivalência Formal
ACF
Almeida Corrigida Fiel
1994 · Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil
ARA
Almeida Revista e Atualizada
1993 · Sociedade Bíblica do Brasil
ARC
Almeida Revista e Corrigida
2009 · Sociedade Bíblica do Brasil
AS21
Almeida Século 21
2008 · Editora Vida Nova
JFAA
João Ferreira de Almeida Atualizada
2017 · Sociedade Bíblica do Brasil
KJA
King James Atualizada
2012 · Abba Press
KJF
King James Fiel
2011 · BV Books
NAA
Nova Almeida Atualizada
2017 · Sociedade Bíblica do Brasil
TB
Tradução Brasileira
1917 · Sociedade Bíblica do Brasil
Parafraseada
NBV
Nova Bíblia Viva
2014 · Editora Mundo Cristão
Tradução Brasileira
56 versículos
1Toda a assembleia levantou-se e conduziu Jesus a Pilatos.
2Começaram a acusá-lo, dizendo: Achamos este homem pervertendo a nossa nação, vedando pagar tributo a César e dizendo ser ele Cristo, Rei.
3Pilatos perguntou-lhe: És tu o rei dos judeus? Respondeu-lhe Jesus: Tu o dizes.
4Disse Pilatos aos principais sacerdotes e à multidão: Não acho culpa alguma neste homem.
5Mas eles instavam ainda mais, dizendo: Ele agita o povo, ensinando por toda a Judeia, desde a Galileia, onde começou, até aqui.
6Pilatos, ouvindo isso, perguntou se o homem era galileu.
7Quando soube que era da jurisdição de Herodes, o enviou ao mesmo Herodes, que, naqueles dias, se achava em Jerusalém.
8Herodes, vendo a Jesus, ficou muito contente; pois, de longo tempo, queria vê-lo, porque tinha ouvido falar a respeito dele; e esperava vê-lo fazer um milagre.
9Fez-lhe muitas perguntas; mas Jesus nada lhe respondeu.
10Os principais sacerdotes e os escribas estavam ali, acusando-o com veemência.
11Herodes, com a sua guarda, desprezou-o, e escarneceu dele e, vestindo-o com um manto resplandecente, tornou a enviá-lo a Pilatos.
12Naquele dia, Herodes e Pilatos vieram a ser amigos; pois, antes, eram inimigos um do outro.
13Reunindo Pilatos os principais sacerdotes, as autoridades e o povo,
14disse-lhes: Apresentastes-me este homem como agitador do povo, e eis que, interrogando-o eu diante de vós, não achei nele nenhuma culpa das que o acusais.
15Nem tampouco Herodes, pois no-lo tornou a enviar; nada tem feito ele digno de morte.
16Portanto, depois de o castigar, soltá-lo-ei.
17[E era-lhe necessário soltar-lhes um pela festa.]
18Todos, à uma, começaram a gritar: Seja morto este, e solta-nos Barrabás —
19o qual tinha sido preso por causa de uma sedição na cidade e por um homicídio.
20Pilatos, querendo soltar a Jesus, falou-lhes de novo.
21Mas eles gritavam: Crucifica-o! Crucifica-o!
22Falou-lhes ainda pela terceira vez: Pois que mal fez ele? Não achei nele causa alguma de morte; portanto, depois de o castigar, soltá-lo-ei.
23Mas eles insistiam em altas vozes, pedindo que fosse crucificado. E o seu clamor prevaleceu.
24Decidiu Pilatos que se fizesse o que eles pediam;
25soltou aquele que havia sido preso por causa da sedição e do homicídio, a quem eles pediam, mas entregou a Jesus à vontade deles.
26Quando o conduziram, pegaram num certo Simão, cireneu, que vinha do campo, e puseram a cruz sobre ele, para que a levasse após Jesus.
27Seguia-o uma grande multidão de povo e de mulheres, as quais o pranteavam e lamentavam.
28Porém Jesus, voltando-se para elas, disse: Filhas de Jerusalém, não choreis por mim; mas chorai por vós mesmas e por vossos filhos,
29porque dias virão em que se dirá: Bem-aventuradas as estéreis, e os ventres que nunca geraram, e os peitos que nunca amamentaram!
30Então, começarão a dizer aos montes: Caí sobre nós; e aos outeiros: Cobri-nos.
31Porque, se isso se faz no lenho verde, que se fará no seco?
32Eram também levados dois outros, que eram malfeitores, para serem mortos com ele.
33Quando chegaram ao lugar chamado Calvário, ali o crucificaram a ele, e também aos malfeitores, um à direita, e outro à esquerda.
34Disse Jesus: Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que fazem. Então, repartindo as vestes dele, deitaram sortes sobre elas.
35O povo estava ali presenciando tudo. As autoridades zombavam dele, dizendo: Aos outros salvou; salve-se a si mesmo, se é o Cristo de Deus, seu escolhido.
36Os soldados também o escarneciam, chegando-se a ele, oferecendo-lhe vinagre
37e dizendo: Se tu és o rei dos judeus, salva-te a ti mesmo.
38Estava também sobre ele esta inscrição: ESTE É O REI DOS JUDEUS.
39Um dos malfeitores que estavam pendurados blasfemava contra ele, dizendo: Não és tu o Cristo? Salva-te a ti mesmo e a nós também.
40Mas o outro, repreendendo-o, disse: Nem ao menos temes a Deus, estando debaixo da mesma condenação?
41Nós, certamente, com justiça, porque recebemos o castigo que merecem os nossos atos; mas este nenhum mal fez.
42E disse: Jesus, lembra-te de mim quando entrares no teu reino.
43Ele lhe respondeu: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso.
44Era já quase a hora sexta, e, escurecendo-se o sol, houve trevas sobre toda a terra até a hora nona;
45e rasgou-se pelo meio o véu do santuário.
46Jesus, clamando em alta voz, disse: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito. Tendo dito isso, expirou.
47Vendo o centurião o que acontecera, deu glória a Deus, dizendo: Realmente, este homem era justo.
48Toda a multidão que se reunira para presenciar este espetáculo, vendo o que acontecera, retirava-se, batendo nos peitos.
49Mas todos os conhecidos de Jesus e as mulheres que o tinham seguido desde a Galileia conservavam-se de longe, contemplando essas coisas.
50Um homem chamado José, membro do Sinédrio, homem bom e justo
51(que não anuíra ao propósito e ato dos outros), de Arimateia, cidade dos judeus, o qual esperava o reino de Deus,
52foi ter com Pilatos e pediu o corpo de Jesus;
53e, tirando-o da cruz, envolveu-o em um pano de linho e o depositou num túmulo aberto em rocha, onde ninguém havia sido sepultado.
54Era o dia da Parasceve, e ia começar o sábado.
55As mulheres que tinham vindo da Galileia com ele, seguindo a José, viram o túmulo e como o corpo de Jesus fora nele posto;
56voltando depois, prepararam aromas e bálsamos. No sábado, descansaram segundo o mandamento;