Lamentações de Jeremias 4
Equivalência Dinâmica
NVI
Nova Versão Internacional
2001 · Editora Vida
NTLH
Nova Tradução na Linguagem de Hoje
2000 · Sociedade Bíblica do Brasil
NVT
Nova Versão Transformadora
2016 · Editora Mundo Cristão
Equivalência Formal
ACF
Almeida Corrigida Fiel
1994 · Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil
ARA
Almeida Revista e Atualizada
1993 · Sociedade Bíblica do Brasil
ARC
Almeida Revista e Corrigida
2009 · Sociedade Bíblica do Brasil
AS21
Almeida Século 21
2008 · Editora Vida Nova
JFAA
João Ferreira de Almeida Atualizada
2017 · Sociedade Bíblica do Brasil
KJA
King James Atualizada
2012 · Abba Press
KJF
King James Fiel
2011 · BV Books
NAA
Nova Almeida Atualizada
2017 · Sociedade Bíblica do Brasil
TB
Tradução Brasileira
1917 · Sociedade Bíblica do Brasil
Parafraseada
NBV
Nova Bíblia Viva
2014 · Editora Mundo Cristão
Tradução Brasileira
22 versículos
1Como se escureceu o ouro! Como se mudou o ouro puríssimo! As pedras do santuário estão espalhadas pelas esquinas de todas as ruas.
2Os preciosos filhos de Sião, comparáveis com o ouro fino, como são reputados como vasos de barro, obra das mãos de oleiro!
3Até os chacais descobrem os peitos, dão de mamar aos seus cachorros; A filha do meu povo tem-se tornado cruel como as avestruzes no deserto.
4A língua da criança que mama fica-lhe, pela sede, pegada ao céu da boca. Os pequeninos pedem pão, e ninguém lho reparte.
5Os que comiam delicadamente desfalecem nas ruas. Os que se criavam em escarlata abraçam monturos.
6Pois a iniquidade da filha do meu povo é maior que o pecado de Sodoma, a qual foi submetida como num momento, e nenhumas mãos foram postas sobre ela.
7Os seus nobres eram mais puros que a neve, mais alvos que o leite. De corpo, eram mais ruivos que corais, e a sua forma era como de safira.
8O seu parecer é mais escuro do que o negrume; eles não são conhecidos nas ruas. A sua pele pega-se-lhes aos ossos; secou-se e tornou-se como um pau.
9Mais felizes são os mortos à espada do que os que morrem de fome; porque estes se esgotam, traspassados por falta dos frutos do campo.
10As mãos das mulheres compassivas cozeram seus filhos; estes lhes serviram de alimento na ruína da filha do meu povo.
11Deu Jeová cumprimento ao seu furor, derramou a ardor da sua ira; em Sião, acendeu um fogo, que devorou os fundamentos dela.
12Não creram os reis da terra, nem todos os moradores do mundo que entrasse o adversário e o inimigo pelas portas de Jerusalém.
13É por causa dos pecados dos seus profetas e por causa das iniquidades dos seus sacerdotes que se derramou no meio dela o sangue dos justos.
14Vagueiam como cegos pelas ruas, são contaminados de sangue, de modo que não se lhes podem tocar as suas roupas.
15Retirai-vos! Imundo! — gritaram-lhes. Retirai-vos! Retirai-vos! Não toqueis! Quando fugiram e andaram vagueando, dizia-se entre as nações: Não habitarão nunca aqui.
16Espalhou-se a ira de Jeová, e ele não tornará a olhar para eles. Não respeitaram as pessoas dos sacerdotes, nem se compadeceram dos anciãos.
17Os nossos olhos ainda desfalecem, esperando o nosso vão socorro. Vigiando, temos estado de vigia para uma nação que não podia saber.
18Espreitam os nossos passos, de sorte que não podemos andar em nossas ruas. Perto está o nosso fim, cumpridos estão os nossos dias, porque é chegado o nosso fim.
19Os nossos perseguidores foram mais velozes do que as águias do céu; perseguiram-nos sobre os montes, armaram-nos ciladas no deserto.
20Foi apanhado nas covas deles o ungido de Jeová, aquele que é o ar das nossas narinas; e do que dissemos: Debaixo da sua sombra, viveremos entre as nações.
21Regozija-te e alegra-te, filha de Edom, que habitas na terra de Uz; o copo te passará a ti também; serás embriagada e te descobrirás.
22Já se cumpriu o castigo da tua iniquidade, ó filha de Sião; Jeová não tornará a levar-te para o cativeiro; ele visitará a tua iniquidade, ó filha de Edom; descobrirá os teus pecados.