Hebreus 2
Equivalência Dinâmica
NVI
Nova Versão Internacional
2001 · Editora Vida
NTLH
Nova Tradução na Linguagem de Hoje
2000 · Sociedade Bíblica do Brasil
NVT
Nova Versão Transformadora
2016 · Editora Mundo Cristão
Equivalência Formal
ACF
Almeida Corrigida Fiel
1994 · Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil
ARA
Almeida Revista e Atualizada
1993 · Sociedade Bíblica do Brasil
ARC
Almeida Revista e Corrigida
2009 · Sociedade Bíblica do Brasil
AS21
Almeida Século 21
2008 · Editora Vida Nova
JFAA
João Ferreira de Almeida Atualizada
2017 · Sociedade Bíblica do Brasil
KJA
King James Atualizada
2012 · Abba Press
KJF
King James Fiel
2011 · BV Books
NAA
Nova Almeida Atualizada
2017 · Sociedade Bíblica do Brasil
TB
Tradução Brasileira
1917 · Sociedade Bíblica do Brasil
Parafraseada
NBV
Nova Bíblia Viva
2014 · Editora Mundo Cristão
Nova Versão Internacional
18 versículos
1Por isso é preciso que prestemos maior atenção ao que temos ouvido, para que jamais nos desviemos.
2Porque, se a mensagem transmitida por anjos provou a sua firmeza e toda transgressão e desobediência recebeu a devida punição,
3como escaparemos, se negligenciarmos tão grande salvação? Essa salvação, primeiramente anunciada pelo Senhor, foi-nos confirmada pelos que a ouviram.
4Deus também deu testemunho dela por meio de sinais, maravilhas, diversos milagres e dons do Espírito Santo distribuídos de acordo com a sua vontade.
5Não foi a anjos que ele sujeitou o mundo que há de vir, a respeito do qual estamos falando,
6mas alguém em certo lugar testemunhou, dizendo: “Que é o homem, para que com ele te importes? E o filho do homem, para que com ele te preocupes?
7Tu o fizeste um pouco menor do que os anjos e o coroaste de glória e de honra;
8tudo sujeitaste debaixo dos seus pés”. Ao lhe sujeitar todas as coisas, nada deixou que não lhe estivesse sujeito. Agora, porém, ainda não vemos que todas as coisas lhe estejam sujeitas.
9Vemos, todavia, aquele que por um pouco foi feito menor do que os anjos, Jesus, coroado de honra e de glória por ter sofrido a morte, para que, pela graça de Deus, em favor de todos, experimentasse a morte.
10Ao levar muitos filhos à glória, convinha que Deus, por causa de quem e por meio de quem tudo existe, tornasse perfeito, mediante o sofrimento, o autor da salvação deles.
11Ora, tanto o que santifica quanto os que são santificados provêm de um só. Por isso Jesus não se envergonha de chamá-los irmãos.
12Ele diz: “Proclamarei o teu nome a meus irmãos; na assembleia te louvarei”.
13E também: “Nele porei a minha confiança”. Novamente ele diz: “Aqui estou eu com os filhos que Deus me deu”.
14Portanto, visto que os filhos são pessoas de carne e sangue, ele também participou dessa condição humana, para que, por sua morte, derrotasse aquele que tem o poder da morte, isto é, o Diabo,
15e libertasse aqueles que durante toda a vida estiveram escravizados pelo medo da morte.
16Pois é claro que não é a anjos que ele ajuda, mas aos descendentes de Abraão.
17Por essa razão era necessário que ele se tornasse semelhante a seus irmãos em todos os aspectos, para se tornar sumo sacerdote misericordioso e fiel com relação a Deus e fazer propiciação pelos pecados do povo.
18Porque, tendo em vista o que ele mesmo sofreu quando tentado, ele é capaz de socorrer aqueles que também estão sendo tentados.