Neemias 2
Equivalência Dinâmica
NVI
Nova Versão Internacional
2001 · Editora Vida
NTLH
Nova Tradução na Linguagem de Hoje
2000 · Sociedade Bíblica do Brasil
NVT
Nova Versão Transformadora
2016 · Editora Mundo Cristão
Equivalência Formal
ACF
Almeida Corrigida Fiel
1994 · Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil
ARA
Almeida Revista e Atualizada
1993 · Sociedade Bíblica do Brasil
ARC
Almeida Revista e Corrigida
2009 · Sociedade Bíblica do Brasil
AS21
Almeida Século 21
2008 · Editora Vida Nova
JFAA
João Ferreira de Almeida Atualizada
2017 · Sociedade Bíblica do Brasil
KJA
King James Atualizada
2012 · Abba Press
KJF
King James Fiel
2011 · BV Books
NAA
Nova Almeida Atualizada
2017 · Sociedade Bíblica do Brasil
TB
Tradução Brasileira
1917 · Sociedade Bíblica do Brasil
Parafraseada
NBV
Nova Bíblia Viva
2014 · Editora Mundo Cristão
King James Atualizada
20 versículos
1No mês de Nissan, Abibe, isto é, entre março e abril, do vigésimo ano do rei Artaxerxes, na hora de servir-lhe o vinho, levei-o ao rei. Nunca antes eu havia me apresentado com o semblante triste na presença dele;
2por esse motivo me indagou: “Por que o teu rosto está entristecido, se não estás enfermo? Isso só pode ser tristeza da alma!” Então, neste momento, tive muito medo,
3e justifiquei ao rei: “Que o rei viva para sempre! Como meu rosto não estaria triste, se a cidade em que está o sepulcro dos meus pais está completamente destruída e as suas portas consumidas pelo fogo?”
4Então, o rei me perguntou: “O que estás desejando me pedir?” E, neste instante fiz uma rápida oração ao Deus dos céus,
5e respondi: “Se for do teu agrado, e se o teu servo puder contar com a tua bondade, rogo-te que me permitas ir a Judá, a cidade do sepulcro de meus pais, para que eu a reconstrua”.
6Então o rei, tendo a rainha assentada ao seu lado, me perguntou: “Quanto tempo levará esta tua viagem? E quando regressarás?” Depois de informá-lo sobre a duração da missão, ele concordou em liberar-me.
7Diante da anuência do rei, eu lhe solicitei: “Se for do teu agrado, eu poderia levar cartas do rei aos governadores da Transeufratênia, a província do Eufrates-Oeste, a fim de que me deixem passar até chegar a Judá.
8E também uma carta para Asafe, guarda da floresta do rei, para que ele me forneça madeira para construir as vigas das portas da fortaleza que fica junto à Casa, e para os muros da cidade, assim como para levantar a residência que irei ocupar. Visto que a generosa mão de Deus estava me abençoando neste sentido, o rei atendeu todos os meus pedidos.
9Sendo assim, parti em direção aos governadores do Eufrates-Oeste e lhes entreguei as cartas do rei. Acompanhou-me uma escolta de oficiais do exército e de cavaleiros que o rei enviou comigo.
10Sambalate, o horonita, e Tobias, o oficial amonita, não esconderam seu profundo desagrado assim que notaram que havia alguém interessado no bem dos israelitas.
11Cheguei a Jerusalém e, depois de três dias de permanência na cidade,
12levantei-me durante a noite e saí com alguns dos meu amigos. Todavia não compartilhei com ninguém o que o meu Deus havia entusiasmado meu coração para que eu fizesse por Jerusalém. Não levei animal algum, a não ser aquele em que eu montava.
13Desta maneira, saí de noite pela porta do Vale, e fui até En Hatanin, Fonte do Crocodilo, e até Sháar Haashpót, Portão do Lixo, e examinei as muralhas de Israel que haviam sido derrubadas, e os seus portais que haviam sido destruídos pelo fogo.
14Fui ainda mais adiante, até o portão da Fonte, e até o tanque do rei. Contudo, ali não havia sequer espaço para o animal que eu montava pudesse passar;
15por isso decidi subir o vale, ainda de noite, avaliando o estado dos muros. Finalmente retornei e tornei a entrar pela porta do Vale.
16Os oficiais não ficaram sabendo aonde eu tinha ido, pois até então eu nada havia revelado aos judeus, aos sacerdotes, aos nobres, aos oficiais e aos demais sobre a obra que iriam realizar.
17Então eu lhes disse: Vede a deplorável e humilhante situação em que nos encontramos, como toda a cidade de Jerusalém está em ruínas e suas portas devastadas pelo fogo. Vinde! Vamos reconstruir os muros de Jerusalém, para que não passemos mais vergonha.
18Também lhes revelei como Deus tinha sido misericordioso comigo e tudo quanto o rei me havia declarado. Diante disso, eles exclamaram: “Levantemo-nos, pois, e reconstruamos nossas muralhas!” E, cheios de ânimo, fortaleceram suas mãos para a realização desse bom projeto.
19No entanto, quando Sambalate, o horonita, Tobias, o oficial amonita, e Gesém, o árabe, tomaram conhecimento desses fatos, zombaram de nós, desprezaram-nos e questionaram: “O que é isso que estais tentando fazer? Quereis rebelar-vos contra o vosso rei?”
20Afirmei-lhes então: “O Deus dos céus é quem fará com que sejamos bem-aventurados e nos dará sucesso nessa obra, e nós, seus servos, apenas nos levantaremos e trabalharemos. Todavia, vós não tendes parte, nem direito, nem memorial em Jerusalém!”