Gênesis 37
Equivalência Dinâmica
NVI
Nova Versão Internacional
2001 · Editora Vida
NTLH
Nova Tradução na Linguagem de Hoje
2000 · Sociedade Bíblica do Brasil
NVT
Nova Versão Transformadora
2016 · Editora Mundo Cristão
Equivalência Formal
ACF
Almeida Corrigida Fiel
1994 · Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil
ARA
Almeida Revista e Atualizada
1993 · Sociedade Bíblica do Brasil
ARC
Almeida Revista e Corrigida
2009 · Sociedade Bíblica do Brasil
AS21
Almeida Século 21
2008 · Editora Vida Nova
JFAA
João Ferreira de Almeida Atualizada
2017 · Sociedade Bíblica do Brasil
KJA
King James Atualizada
2012 · Abba Press
KJF
King James Fiel
2011 · BV Books
NAA
Nova Almeida Atualizada
2017 · Sociedade Bíblica do Brasil
TB
Tradução Brasileira
1917 · Sociedade Bíblica do Brasil
Parafraseada
NBV
Nova Bíblia Viva
2014 · Editora Mundo Cristão
Almeida Século 21
36 versículos
1Jacó habitava na terra das peregrinações de seu pai, na terra de Canaã.
2Estas são as gerações de Jacó. Aos dezessete anos de idade, José cuidava dos rebanhos com seus irmãos; ainda jovem, auxiliava os filhos de Bila e os filhos de Zilpa, mulheres de seu pai; e José levava a seu pai más notícias a respeito deles.
3Israel amava mais José do que todos os seus filhos, porque ele era o filho da sua velhice; e fez para ele uma túnica longa.
4Vendo seus irmãos que seu pai o amava mais do que todos eles, passaram a odiá-lo; e não conseguiam falar com ele pacificamente.
5E aconteceu que José teve um sonho e contou-o aos seus irmãos; por isso passaram a odiá-lo ainda mais.
6Pois ele lhes disse: Peço-vos que ouçais este sonho que tive:
7Estávamos atando feixes no campo, e o meu feixe levantou-se e ficou em pé; e os vossos feixes o rodeavam e se inclinavam perante o meu feixe.
8E os seus irmãos lhe responderam: Irás de fato reinar sobre nós? Irás mesmo nos dominar? Por isso o odiaram ainda mais, por causa dos sonhos e das palavras dele.
9José teve outro sonho e o contou a seus irmãos, dizendo: Tive outro sonho: o sol, a lua e onze estrelas se inclinavam perante mim.
10Quando o contou a seu pai e a seus irmãos, o pai repreendeu-o e disse: Que sonho é esse que tiveste? Será que eu, tua mãe e teus irmãos viremos a nos inclinar com o rosto em terra diante de ti?
11E seus irmãos ficaram com ciúmes; mas seu pai guardava isso no coração.
12Então seus irmãos foram cuidar do rebanho de seu pai em Siquém,
13e Israel disse a José: Os teus irmãos não estão cuidando do rebanho em Siquém? Vai! Vou enviar-te a eles. José respondeu: Estou aqui.
14E disse-lhe Israel: Vai, vê se teus irmãos e o rebanho estão bem e traze-me resposta. Assim o enviou do vale de Hebrom, e José foi para Siquém.
15E aconteceu que um homem encontrou José, que andava perdido pelo campo, e perguntou-lhe: Que procuras?
16Ele respondeu: Estou procurando meus irmãos; peço-te que me digas onde eles estão cuidando do rebanho.
17O homem disse: Saíram daqui; eu os ouvi dizer: Vamos para Dotã. Então, José foi atrás de seus irmãos e os achou em Dotã.
18Eles o viram de longe e, antes que chegasse onde estavam, planejaram uma conspiração contra ele para o matar,
19dizendo uns aos outros: Lá vem o sonhador!
20Vamos matá-lo agora e lançá-lo numa das cisternas; diremos que uma fera o devorou. Então veremos o que será dos seus sonhos.
21Mas, ouvindo isso, Rúben livrou-o das mãos deles, dizendo: Não vamos tirar-lhe a vida.
22E acrescentou: Não derrameis sangue; lançai-o nesta cisterna, aqui no deserto, e não encosteis a mão nele. Ele disse isso para livrá-lo das mãos deles, a fim de restituí-lo a seu pai.
23Logo que José chegou a seus irmãos, eles o despiram da sua túnica, a túnica longa que estava usando,
24e, agarrando-o, lançaram-no na cisterna; a cisterna estava vazia, não havia água nela.
25Depois disso, sentaram-se para comer e, levantando os olhos, viram uma caravana de ismaelitas que vinha de Gileade; nos seus camelos traziam essências aromáticas, bálsamo e mirra, que levavam para o Egito.
26E Judá falou a seus irmãos: De que nos serve matar nosso irmão e esconder o seu sangue?
27Vamos vendê-lo a esses ismaelitas; não encostaremos a mão nele, pois ele é nosso irmão, nossa carne. E os seus irmãos o escutaram.
28Quando os negociantes midianitas passaram, eles tiraram José, fazendo-o subir da cisterna, e venderam-no por vinte siclos de prata aos ismaelitas, que o levaram para o Egito.
29Quando Rúben voltou à cisterna, José já não estava ali; ele então rasgou as suas roupas
30e, voltando-se para seus irmãos, disse: O menino não está lá; e eu, para onde irei?
31Eles então tomaram a túnica de José, mataram um cabrito e tingiram-na com o sangue.
32E mandaram a túnica longa, fazendo-a chegar a seu pai com esta mensagem: Achamos esta túnica; vê se é ou não a túnica de teu filho.
33Ele a reconheceu e exclamou: A túnica de meu filho! Uma fera o devorou; com certeza, José foi despedaçado.
34Então Jacó rasgou suas roupas, vestiu-se de roupa de saco e lamentou seu filho por muitos dias.
35E todos os seus filhos e todas as suas filhas levantaram-se para o consolar; ele, porém, recusou-se a ser consolado e disse: Na verdade, com lágrimas descerei ao meu filho até o túmulo. E seu pai chorou assim por ele.
36E os midianitas venderam José no Egito a Potifar, oficial do faraó, capitão da guarda.