Eclesiastes 10
Equivalência Dinâmica
NVI
Nova Versão Internacional
2001 · Editora Vida
NTLH
Nova Tradução na Linguagem de Hoje
2000 · Sociedade Bíblica do Brasil
NVT
Nova Versão Transformadora
2016 · Editora Mundo Cristão
Equivalência Formal
ACF
Almeida Corrigida Fiel
1994 · Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil
ARA
Almeida Revista e Atualizada
1993 · Sociedade Bíblica do Brasil
ARC
Almeida Revista e Corrigida
2009 · Sociedade Bíblica do Brasil
AS21
Almeida Século 21
2008 · Editora Vida Nova
JFAA
João Ferreira de Almeida Atualizada
2017 · Sociedade Bíblica do Brasil
KJA
King James Atualizada
2012 · Abba Press
KJF
King James Fiel
2011 · BV Books
NAA
Nova Almeida Atualizada
2017 · Sociedade Bíblica do Brasil
TB
Tradução Brasileira
1917 · Sociedade Bíblica do Brasil
Parafraseada
NBV
Nova Bíblia Viva
2014 · Editora Mundo Cristão
Almeida Revista e Corrigida
20 versículos
1Assim como a mosca morta faz exalar mau cheiro e inutilizar o unguento do perfumador, assim é para o famoso em sabedoria e em honra um pouco de estultícia.
2O coração do sábio está à sua mão direita, mas o coração do tolo está à sua esquerda.
3E, até quando o tolo vai pelo caminho, lhe falta entendimento, e diz a todos que é tolo.
4Levantando-se contra ti o espírito do governador, não deixes o teu lugar, porque o acordo é um remédio que aquieta grandes pecados.
5Ainda há um mal que vi debaixo do sol, como o erro que procede do governador:
6o tolo, assentam-no em grandes alturas, mas os ricos estão assentados em lugar baixo.
7Vi servos a cavalo e príncipes que andavam a pé como servos sobre a terra.
8Quem fizer uma cova cairá nela, e quem romper um muro, uma cobra o morderá.
9Quem acarretar pedras será maltratado por elas, e o que rachar lenha expõe-se ao perigo.
10Se estiver embotado o ferro, e não se afiar o corte, então, se deve pôr mais forças; mas a sabedoria é excelente para dirigir.
11Se a cobra morder antes de estar encantada, então, remédio nenhum haverá no mais hábil encantador.
12Nas palavras da boca do sábio, há favor, mas os lábios do tolo o devoram.
13O princípio das palavras da sua boca é a estultícia, e o fim da sua boca, um desvario péssimo.
14Bem que o tolo multiplique as palavras, não sabe o homem o que será; e quem lhe fará saber o que será depois dele?
15O trabalho dos tolos a cada um deles fatiga, pois não sabem como ir à cidade.
16Ai de ti, ó terra, cujo rei é criança e cujos príncipes comem de manhã.
17Bem-aventurada, tu, ó terra cujo rei é filho dos nobres e cujos príncipes comem a tempo, para refazerem as forças e não para bebedice.
18Pela muita preguiça se enfraquece o teto, e pela frouxidão das mãos goteja a casa.
19Para rir se fazem convites, e o vinho alegra a vida, e por tudo o dinheiro responde.
20Nem ainda no teu pensamento amaldiçoes o rei, nem tampouco no mais interior da tua recâmara amaldiçoes o rico; porque as aves dos céus levariam a voz e o que tem asas daria notícia da palavra.